10 de outubro de 2012

Beijos, Magnólia #1

Vivenda das Flores -  11 de maio de 2007

Edição de foto via Vanessa Barbosa


Olá papai, acordei entediada hoje e resolvi passear. Passei na casa da vovó, não resisti e fui com ela catar umbu no quintal. Pobre vovó, cutucou o galho com uma vara e o danado do umbu despencou atingindo-lhe o olho. Eu ri, não vou negar, mas todos sabem que sou a ovelha negra da família. O tempo está fechando e acho que vai trovejar, tenho que ir para dentro, outro dia volto a te contar.

Beijos, Magnólia.

10 comentários:

  1. A... conta tudo!!
    Nunca comi umbu, é gostoso??


    Beijo!

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    1. Ai Vanda, eu gosto! Ele deixa uma sensação meio adormecida nos dentes se vc come demais, e se tiver meio verde dá aquela típica travada nas articulações, comum de toda fruta azeda. Mas é uma delíícia!

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  2. Belo texto, muito saudosista, nos arremete ao tempo da infância, singelo de um encanto magico. Gostei bastante, lembrei-me da minha infância no interior do Rio na casa de minha vó, hô vidinha boa, ainda me lembro da grama verde e do pé de espinho de quase uns 49 metros de altura, agente ficava fascinado com aquela arvore que ninguém ousava tocar.

    Abraços

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    1. As melhores lembranças estão na casa de vovó, sempre. Nossa, 49 metros? Compreensível que ninguém tivesse coragem de tocar, rsrsrs.

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  3. Mas que deve ter sido engraçado deve.
    Cadinho RoCo

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    1. Rsrsrs, acho que alguém por aqui também gosta de rir dos outros! No bom sentido claro.

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  4. Interessante o bilhetinho da menina.
    Que venham os próximos!

    Um excelente feriado pra vc, Vanessa.

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  5. Belos contos, que refletem nosso dia a dia..Abraços. Sandra

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